Bolsonaro visita a CIA - o encontro sinalizou a disposição do governo brasileiro em estreitar laços no combate aos crimes transnacionais.

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O presidente Jair Bolsonaro foi na manhã de ontem (18), à Agência de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) para uma visita de cortesia.
Ele foi recebido pela diretora da agência, Gina Haspel. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, o encontro sinalizou a disposição do governo brasileiro em estreitar laços com a CIA no combate aos crimes transnacionais. “Foi uma visita de cortesia para, a partir daí, estabelecer esse foco de cooperação na área do crime organizado, dos crimes transnacionais e, eventualmente, os acordos na área de inteligência”, disse o porta-voz.  A visita não entrou na agenda oficial e a imprensa não foi avisada.  Rêgo Barros afirmou que a visita foi decidida pelo presidente no avião, rumo a Washington, capital do país. Presidente @jairbolsonaro chega aos EUA para primeira visita oficial ao país. O objetivo é promover uma agenda positiva entre os dois países. Na terça (19), está previsto encontro com o presidente Donald Trum…

Coreia do Norte - cerca de 120 mil cristãos estão em campos de trabalho forçado.

Os cristãos são levados para campos de 'reeducação', onde são ensinados a serem leais à ideologia comunista.
Em 2016, o contundente relatório da Christian Solidarity Worldwide (CSW), comprovou que os cristãos na Coreia do Norte enfrentam estupros, torturas, escravidão e são mortos simplesmente por causa da sua fé. Diz o relatório: “Total Negação: Violações de Liberdade de Religião ou Crença na Coreia do Norte”, que mostra como não existe liberdade de religião ou crença no país liderado pelo ditador Kim Jong-Un.


Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.



Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.


De acordo com o Organização Portas Abertas, estima-se que haja cerca de 60 mil cristãos presos em terríveis condições na Coreia do Norte. 
Eles ficam em campos de trabalhos forçados comparados aos campos de concentração nazistas. 
Mas muitos permanecem firmes na fé mesmo nas piores circunstâncias. Este é o testemunho de Hannah*, que foi presa juntamente com a família por deixar o país. Quando descobriram que eles eram cristãos os puseram na solitária. 
(*Nome alterado por motivo de segurança).




Situação atual

Muitos são atormentados com esse tipo de lembrança na Coreia do Norte, onde ainda há fome, mas por outros motivos. O regime ditador se recusa em receber ajuda de organizações internacionais para amenizar a situação nas áreas mais afetadas.

Para quem se decide pelo cristianismo, a situação é ainda pior. Os que são descobertos vão parar em campos de trabalho forçado. O governo não fala abertamente sobre esses campos, mas estima-se que cerca de 120 mil pessoas estejam presas neles, a maioria de cristãos que não negaram sua fé.


Os que conseguiram escapar compartilharam os horrores da tortura, do trabalho forçado e dos abusos que ocorrem nessas prisões que o regime de Kim prefere chamar de “campos de reeducação” previsto para criminosos. Tornar-se cristão ou evangelizar no país é considerado crime.



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