TERREMOTO - Goiás foi atingido por dois terremotos em menos de uma hora.

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O Observatório Sismológico da UnB registrou dois terremotos de magnitudes 3.5 e 3.0 na cidade de em Aruanã, no interior de Goiás. Não houve registro de danos.


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Coreia do Norte - cerca de 120 mil cristãos estão em campos de trabalho forçado.

Os cristãos são levados para campos de 'reeducação', onde são ensinados a serem leais à ideologia comunista.
Em 2016, o contundente relatório da Christian Solidarity Worldwide (CSW), comprovou que os cristãos na Coreia do Norte enfrentam estupros, torturas, escravidão e são mortos simplesmente por causa da sua fé. Diz o relatório: “Total Negação: Violações de Liberdade de Religião ou Crença na Coreia do Norte”, que mostra como não existe liberdade de religião ou crença no país liderado pelo ditador Kim Jong-Un.


Entre os casos documentados de violência contra os cristãos há casos de pessoas “colocadas em uma cruz com uma fogueira embaixo, esmagados por um rolo compressor, jogados de cima de pontes e pisoteados até a morte”.



Outros crimes bárbaros incluem “execuções sem julgamento, extermínio, escravidão/trabalho forçado, transferência forçada de população, prisões arbitrárias, torturas, perseguição, sequestros, estupro e violência sexual, entre outros atos similares”.


De acordo com o Organização Portas Abertas, estima-se que haja cerca de 60 mil cristãos presos em terríveis condições na Coreia do Norte. 
Eles ficam em campos de trabalhos forçados comparados aos campos de concentração nazistas. 
Mas muitos permanecem firmes na fé mesmo nas piores circunstâncias. Este é o testemunho de Hannah*, que foi presa juntamente com a família por deixar o país. Quando descobriram que eles eram cristãos os puseram na solitária. 
(*Nome alterado por motivo de segurança).




Situação atual

Muitos são atormentados com esse tipo de lembrança na Coreia do Norte, onde ainda há fome, mas por outros motivos. O regime ditador se recusa em receber ajuda de organizações internacionais para amenizar a situação nas áreas mais afetadas.

Para quem se decide pelo cristianismo, a situação é ainda pior. Os que são descobertos vão parar em campos de trabalho forçado. O governo não fala abertamente sobre esses campos, mas estima-se que cerca de 120 mil pessoas estejam presas neles, a maioria de cristãos que não negaram sua fé.


Os que conseguiram escapar compartilharam os horrores da tortura, do trabalho forçado e dos abusos que ocorrem nessas prisões que o regime de Kim prefere chamar de “campos de reeducação” previsto para criminosos. Tornar-se cristão ou evangelizar no país é considerado crime.