Bolsonaro muda a Lei Maria da Penha para proteger as mulheres efetivamente.

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Publicada lei que garante mais proteção à mulher vítima de violência. As medidas que alteram a Lei Maria da Penha começam a valer hoje.

A Lei Maria da Penha prevê, a partir de agora, a aplicação de medidas protetivas de urgência a mulheres ou a seus dependentes ameaçados de violência doméstica ou familiar. O Diário Oficial da União publica hoje (14) a lei sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, com as alterações que darão mais rapidez nas decisões judiciais e policiais.
De acordo com nova norma, quando constatada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, ou de seus dependentes, o “agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência” com a vítima, medida que pode ser adotada pela autoridade judicial; pelo delegado de polícia; ou pelo policial, quando o município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
A lei prevê também que, quando a aplicação das m…

EBOLA - Congo confirma o maior surto da história.

O surto acaba de superar o da primeira epidemia registrada na história da República Democrática do Congo, em 1976. Até o momento, foram registrados 319 casos e 201 mortes.
As afirmações foram feitas neste sábado (10) em comunicado pelo ministro da Saúde do Congo, na África, Oly Ilunga Kalenga.


Equipes responsáveis ​​por responder ao surto "enfrentaram ameaças, agressões físicas, repetidas destruições de seus equipamentos e sequestros", afirmou o ministro da Saúde, Oly Ilunga.
"Dois de nossos colegas da Unidade Médica de Resposta Rápida perderam a vida em um ataque", disse ele.

A insegurança complica e limita o trabalho das equipes de saúde, que, ao realizarem enterrossofreram ataques e inclusive foram sequestradas por grupos rebeldes.
Essa é a primeira vez que uma epidemia de ebola é declarada em uma zona em conflito, onde operam uma centena de grupos armados. As crises sociais provocam o deslocamento contínuo de milhares de pessoas e a consequente disseminação do vírus.


À forte rejeição gerada por grande parte da população ao ser tratada contra o ebola - devido ao desconhecimento, ao medo de uma doença que pode ser mortal e às crenças culturais - se soma à instabilidade que assola estas regiões do noroeste da RDC.


Fonte:EFE