Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

MAIS NOTÍCIAS

Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

Grafeno - A mola propulsora do desenvolvimento do Brasil

As três mai­o­res re­ser­vas mun­di­ais de on­de se con­se­gue ob­ter o Gra­fe­no atu­al­men­te se lo­ca­li­zam no Bra­sil, na Chi­na e no Ca­na­dá. 
Mas a área bra­si­lei­ra, prin­ci­pal­men­te, que é uma ca­deia de Mon­ta­nhas en­tre os es­ta­dos de São Pau­lo e Pa­ra­ná foi ocu­pa­da por 60 ín­di­os, in­clu­si­ve tra­zi­dos do Pa­ra­gu­ai por ONGs es­quer­dis­tas

E as ter­ras, ho­je das mais ri­cas do Mun­do fo­ram trans­for­ma­das em Re­ser­va In­dí­ge­na no go­ver­no Dil­ma, re­pe­tin­do e lem­bran­do a idi­os­sin­cra­sia que in­fe­liz­men­te acon­te­ceu com a ri­quís­si­ma e es­tra­té­gi­ca Re­ser­va Ra­po­sa do Sol em Ro­rai­ma. 
Fi­que aten­to com es­te lo­cal, pois es­ta­rá em fo­co ain­da pe­las pró­xi­mas dé­ca­das. Além do Bra­sil ter uma das mai­o­res re­ser­vas des­te ma­ra­vi­lho­so e es­tra­té­gi­co po­ten­ci­al, te­mos 98% ain­da de to­do o Nió­bio do Mun­do.
A em­pre­sa Grap­he­ne-In­fo, ba­se­a­da em Is­ra­el afir­ma aber­ta­men­te e con­tun­den­te­men­te que to­das as tec­no­lo­gi­as à ba­se de si­lí­cio e lí­tio se­rão sub­sti­tu­í­das pe­lo Gra­fe­no, re­vo­lu­ci­o­nan­do tu­do re­la­ci­o­na­do à in­for­má­ti­ca, sen­so­res, ba­te­rias, con­du­to­res, dis­plays e mo­ni­to­res além da ge­ra­ção de ener­gia, me­di­ci­na, pro­du­ção de água po­tá­vel, den­tre mui­tos ou­tros usos prá­ti­cos e es­tra­té­gi­cos, co­mo até tu­bu­la­ções sen­sí­veis sub­ma­ri­nas e aé­re­as. 
No ca­so das ba­te­rias, o que exis­te ho­je em tes­te, mos­tra que uma ba­te­ria de ce­lu­lar de Gra­fe­no po­de­rá ser re­car­re­ga­da to­tal­men­te em cin­co mi­nu­tos ape­nas. Já exis­te uma de­fi­ni­ção de que os chips de com­pu­ta­dor ba­se­a­dos em gra­fe­no po­de­rão ser 10 ve­zes mais ve­lo­zes que os atu­ais com um con­su­mo elé­tri­co ín­fi­mo. 
O Gra­fe­no e Ter­ras Ra­ras po­dem vi­a­bi­li­zar se­mi­con­du­to­res e pro­ces­sa­do­res da Mi­cro Ele­trô­ni­ca, ba­te­rias de ul­ti­ma ge­ra­ção, te­las su­per­fi­nas sen­sí­veis ao to­que e aços de li­gas le­vís­si­mas, den­tre ou­tras apli­ca­ções no se­tor de pon­ta da Al­ta Tec­no­lo­gia.
Atu­al­men­te exis­tem no Mun­do cer­ca de 100 em­pre­sas tra­ba­lhan­do nes­te es­pe­cia­lís­si­mo de­ri­va­do do Gra­fi­te. Ape­nas 16 de­las tem ca­pi­tal ab er­to.

(Ge­ó­lo­go da Ama­zô­nia Jo­ão Jo­sé de
 Sou­sa Jr)

Comentários