Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

TPM na ISS - A microgravidade afeta a menstruação?

TPM e menstruação na ISS,  não é nada que uma astronauta não consiga lidar.

A microgravidade, como a experimentada na Estação Espacial Internacional, não afeta o ciclo menstrual. 
Na década de 1960, alguns especialistas alertaram contra o envio de mulheres para o espaço por medo de que a menstruação e a TPM pudessem afetar sua capacidade de trabalhar. 
Havia também preocupações de que o sangue pudesse fluir de volta ao corpo, acumulando-se no abdômen e causando peritonite. 
Mas os medos eram infundados.

No entanto, a questão de armazenar itens higiênicos, juntamente com a água de banho limitada, as astronautas tendem a tomar pílulas anticoncepcionais orais para evitarem a menstruação durante a missão.





As mulheres no espaço enfrentam os mesmos desafios enfrentados pelos homens: dificuldades físicas colocadas por condições não-terrestres e estresse psicológico de isolamento e separação. 
Estudos científicos sobre anfíbios fêmeas e mamíferos não humanos geralmente não mostram nenhum efeito adverso de missões espaciais curtas, embora o efeito de viagens espaciais prolongadas na reprodução humana feminina não seja conhecido.


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