Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

O cometa verde, 46P/Wirtanen, registrado de Santos, São Paulo/Brasil




Cometa 46P/Wirtanen em 06/12/2018, imagem recortada. 
Crédito da imagem: Meire Ruiz



Cometa 46P/Wirtanen em 06/12/2018. 
Crédito da imagem: Meire Ruiz


Cometa 46P/Wirtanen em 04/12/2018. 
Crédito da imagem: Meire Ruiz


Este cometa periódico foi descoberto há 70 anos no dia 17 de janeiro de 1948 por Carl A. Wirtanen (Observatório Lick, Califórnia) ao examinar as chapas fotográficas expostas com o astrógrafo de 20 polegadas f/7.4 do Carnegie.
Naquela ocasião o cometa estava na constelação de Touro, com magnitude 16. Desde então foi reobservado em todas as suas passagens pelo periélio exceto em 1980.

Mourão (rea-brasil.org) informa que em 1972 o cometa teve uma significativa aproximação com Júpiter suficiente para reduzir o período orbital em 9 meses. 
Em 1984 o cometa novamente se aproximou de Júpiter e alterou seus elementos orbitais, de modo que o período mais recente fica em 5,44 anos. Ele foi acompanhado pelos observadores brasileiros na aparição de 2008.

A atual passagem de 2018 é muito favorável pois o astro passa 11,6 milhões de km da Terra no dia 16 de dezembro de 2018. 
Informações sobre a atual aparição estão disponíveis no Anuário Astronômico Catarinense 2018, páginas 142-5. 

Apesar de os parâmetros fotométricos calculados com base em nossas observações visuais indicarem que o máximo brilho do cometa possa atingir valores entre a 3ª e 4ª magnitudes, deve-se ter cautela em virtude da aproximação do astro, pois em situações similares é normal a coma apresentar um diâmetro aparente muito maior do que nas passagens anteriores e o grau de condensação assumir valores menores - de modo que o aspecto visual do astro possa ser de difícil detecção, principalmente sob interferência do luar.




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Até a próxima!

Comentários

  1. Tá conseguindo observar a olho nu?

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    1. Oi anônimo! Aqui da cidade de Santos é impossível a olho nu. O ideal é tentar observá-lo de um local livre de PL (poluição luminosa). Boa sorte nas observações!

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