Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

O nome de Pôncio Pilatos é encontrado em um anel de 2 mil anos e pode provar a veracidade de histórias dos Evangelhos

Um anel de bronze de 2.000 anos de idade poderia ter sido usado por Pôncio Pilatos, o prefeito romano que ordenou que Jesus fosse crucificado, dizem os arqueólogos. 


O anel foi descoberto no final dos anos 1960, um dos milhares de artefatos encontrados na escavação de Herodium, uma antiga fortaleza e palácio ao sul de Belém, na Cisjordânia. Mas foi só recentemente que os pesquisadores, analisando esses objetos com fotografia avançada, conseguiram decifrar a inscrição do anel

Ecce Homo ("Eis o homem"), pintura de Antonio Ciseri, representando a apresentação de Jesus Cristo por Pilatos à população de Jerusalém.


Herodium, onde o anel foi encontrado, foi construído por Herodes, o Grande, um rei cliente do Império Romano, e é o local de seu túmulo. (Um de seus filhos, também chamado Herodes, era o rei no tempo de Jesus.) O local é controlado por Israel e é reivindicado pelos palestinos.

O anel foi encontrado em uma sala cheia de pedaços de vidro, cacos de cerâmica, pontas de flechas, moedas e outros itens.

A linguagem da inscrição do anel é grega, que os funcionários romanos usavam para se comunicar com os povos do Mediterrâneo oriental. Poderia ter sido usado para correspondência oficial pelo próprio Pilatos e seus funcionários, que tiveram que assinar seu nome.


O primeiro achado arqueológico na Judéia que mencionou Pilatos foi um fragmento de pedra esculpida, descoberto em 1961, na antiga cidade portuária de Cesareia. É conhecida como a pedra de Pilatos e é mantida no Museu de Israel em Jerusalém.



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