Número de mortos em Moçambique pode ultrapassar 1.000, mais de 15.000 pessoas estão desaparecidas após destruição massiva do Ciclone Tropical "Idai".

MAIS NOTÍCIAS

Milhares de pessoas ainda precisam ser resgatadas após um ciclone devastador atingir os países da África Austral. Espera-se que o número de mortos atinja pelo menos 1.000 pessoas, com uma estimativa de 15.000 pessoas ainda desaparecidas. Os sobreviventes estão enfrentando uma crise humanitária, com os sistemas de água e saneamento fortemente danificados pela tempestade.

Milhares de pessoas estão fazendo uma viagem sinistra até à cidade da Beira, em Moçambique, que, embora fortemente danificada, é agora um centro de esforços de salvamento. Alguns caminhavam por estradas esculpidas pelas águas revoltas, enquanto outros eram transportados por pescadores locais. Helicópteros saíram à chuva para mais um dia de esforços para encontrar pessoas agarradas a telhados e árvores. O número confirmado de mortes no Zimbábue, vizinho de Moçambique e Maláui, superou 500 na quinta-feira, com centenas mais temidas em áreas totalmente submersas pelo ciclone Idai. Aqueles que chegam à Beira …

Boris Casoy para GloboNews sobre Flávio Bolsonaro: "Bom jornalismo é o que faz as perguntas isentas e imparciais e não o jornalismo inquisitivo que almeja obter respostas que gostaria de ouvir do entrevistado"

A RedeTV! esclarece que fez um trabalho profissional e isento.

"Eu fiz todas as perguntas que o momento requeria, algumas até de forma incisiva. Basta conferir na entrevista que está no nosso YouTube.

Flávio Bolsonaro deu a sua versão sobre todas as dúvidas que pairavam. No entanto, não quis exibir documentos que mostrou, mas que subsidiariam suas afirmações. 
Ele apenas mostrou que os documentos existiam. Disse que os apresentará ante às autoridades competentes. De posse de toda documentação e do resultado das investigações, o Ministério Público e a Justiça não terão dificuldades em concluir onde está a verdade.

Bom jornalismo é o que faz as perguntas isentas e imparciais e não o jornalismo inquisitivo que almeja obter respostas que gostaria de ouvir do entrevistado", disse Boris Casoy no RedeTV News desta segunda-feira (21).




Boris Casoy entrevista Flávio Bolsonaro



Como foi a sua experiência com a leitura? Boa ou ruim? Faça críticas e deixe suas dicas nos comentários abaixo para melhorarmos o Site. 
Até a próxima!