Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

Embraer assinou contrato principal de operação com a Boeing em aviação comercial.


Também foi assinado o contrato de cooperação que contém os termos e condições para a criação da joint venture para promoção e desenvolvimento de novos mercados e aplicações para o avião cargueiro KC-390.

A operação será submetida à aprovação dos acionistas da Embraer em Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada, em primeira convocação, em 26 de fevereiro de 2019. A operação também depende da aprovação por autoridades concorrenciais brasileiras, dos Estados Unidos e de outras jurisdições aplicáveis.

Foto divulgação: voandojuntas.com.br

A operação é estimada em mais de US$ 4 bilhões, sendo que a participação da Embraer na nova empresa de aviação comercial será de 20% e a da Boeing, de 80%. Na outra parceria, a joint venture para comercializar o cargueiro KC-390, a brasileira terá 51% e a norte-americana 49%.

O especialista em aviação Adalberto Febeliano, professor de Economia do Transporte Aéreo, já afirmou ao Correio que a parceria é importante tanto para a Embraer quanto para a Boeing. “A norte-americana precisa completar seu portfólio com aeronaves regionais de 70 a 120 assentos, expertise da brasileira. Para Embraer, é um excelente negócio, porque não conseguiria se manter sozinha nesse mercado.”



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