Número de mortos em Moçambique pode ultrapassar 1.000, mais de 15.000 pessoas estão desaparecidas após destruição massiva do Ciclone Tropical "Idai".

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Milhares de pessoas ainda precisam ser resgatadas após um ciclone devastador atingir os países da África Austral. Espera-se que o número de mortos atinja pelo menos 1.000 pessoas, com uma estimativa de 15.000 pessoas ainda desaparecidas. Os sobreviventes estão enfrentando uma crise humanitária, com os sistemas de água e saneamento fortemente danificados pela tempestade.

Milhares de pessoas estão fazendo uma viagem sinistra até à cidade da Beira, em Moçambique, que, embora fortemente danificada, é agora um centro de esforços de salvamento. Alguns caminhavam por estradas esculpidas pelas águas revoltas, enquanto outros eram transportados por pescadores locais. Helicópteros saíram à chuva para mais um dia de esforços para encontrar pessoas agarradas a telhados e árvores. O número confirmado de mortes no Zimbábue, vizinho de Moçambique e Maláui, superou 500 na quinta-feira, com centenas mais temidas em áreas totalmente submersas pelo ciclone Idai. Aqueles que chegam à Beira …

Governo cria coordenação para acompanhar casos de enfermidades raras - A Primeira Dama ficou emocionada durante o seu discurso.


O governo federal anunciou dia 23, a criação da Coordenação Nacional dos Raros, que acompanhará a situação de pacientes com diagnóstico de Síndrome de Turner, lúpus eritematoso sistêmico, hipotiroidismo congênito, esclerose múltipla, fibrose cística, epidermólise bolhosa, Doença de Crohn e outras doenças raras. A divisão ficará a cargo da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).


Segundo o Ministério da Saúde, acredita-se que existam entre 6 mil a 8 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo. Estimativas dão conta de que, somente no Brasil, aproximadamente 13 milhões de pessoas sofram com alguma enfermidade assim classificada.

Um quadro de saúde é considerado raro quando afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 de cada 2 mil indivíduos. Embora elementos ambientais, imunológicos e de outros tipos influam na probabilidade de uma pessoa desenvolver uma doença rara, o fator mais expressivo é o genético, que provoca 80% dos padecimentos.

Os sintomas, que podem variar de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição, são fatais para grande parte dos pacientes, que são, majoritariamente, crianças. Cerca de 30% dos pacientes com doenças raras morrem antes de completar cinco anos de idade, conforme dados do Ministério da Saúde.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ressaltou a importância da nova coordenação na solenidade de criação da nova unidade. “A inclusão e qualidade de vida das pessoas com síndromes e com doenças raras, além das pessoas com surdez e outras deficiências, com quem me identifico tanto, são a minha bandeira, esta é a minha luta. Reafirmo aqui que o Poder Público pode e deve agir ainda mais por estas pessoas no estudo e na disseminação do conhecimento sobre essas doenças e síndromes”, disse.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, sugeriu que sua pasta e o Ministério da Mulher invistam em pesquisas, especialmente aquelas que visem baixar o custo das medicações usadas nos tratamentos, que só propiciam controle dos sintomas, uma vez que as doenças não têm cura. “Eu acho que nós podemos estimular pesquisas. O governo pode criar, junto com o Ministério da Educação, Ministério da Saúde e até o Ministério da Cidadania, em algumas circunstâncias, e a ministra Damares [do MMFDH] coordenando, nós podemos ter uma linha especial de pesquisa para as doenças raras”, defendeu.

Fonte:  Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos