Número de mortos em Moçambique pode ultrapassar 1.000, mais de 15.000 pessoas estão desaparecidas após destruição massiva do Ciclone Tropical "Idai".

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Milhares de pessoas ainda precisam ser resgatadas após um ciclone devastador atingir os países da África Austral. Espera-se que o número de mortos atinja pelo menos 1.000 pessoas, com uma estimativa de 15.000 pessoas ainda desaparecidas. Os sobreviventes estão enfrentando uma crise humanitária, com os sistemas de água e saneamento fortemente danificados pela tempestade.

Milhares de pessoas estão fazendo uma viagem sinistra até à cidade da Beira, em Moçambique, que, embora fortemente danificada, é agora um centro de esforços de salvamento. Alguns caminhavam por estradas esculpidas pelas águas revoltas, enquanto outros eram transportados por pescadores locais. Helicópteros saíram à chuva para mais um dia de esforços para encontrar pessoas agarradas a telhados e árvores. O número confirmado de mortes no Zimbábue, vizinho de Moçambique e Maláui, superou 500 na quinta-feira, com centenas mais temidas em áreas totalmente submersas pelo ciclone Idai. Aqueles que chegam à Beira …

Nota de Sérgio Moro sobre ameaças ao deputado federal Jean Wyllys: As investigações estão em andamento, mas já foi possível identificar um dos autores, Marcelo Valle Silveira Mello, preso em 2018.



O ministro da Justiça, Sérgio Moro, lamentou neste sábado a decisão de Jean Wyllys de sair do país e negou que houve omissão por parte das autoridades com relação às denúncias de ameaças ao parlamentar.

Em nota, Moro afirmou que, ao longo de 2017 e de 2018, a Polícia Federal instaurou “diversos” inquéritos para apurar as ameaças.


Segundo o ministro, ainda há investigações em andamento e um dos autores das ameaças, membro do grupo “Homens Sanctos”, foi preso no ano passado.
Moro também disse repudiar a conduta daqueles que “se servem do anonimato da internet para covardemente ameaçar qualquer pessoa e em especial por preconceitos odiosos”
Ministério da Justiça diz que não houve omissão e que investiga ameaças a Jean Wyllys
Em nota, ministério diz que há inquéritos abertos pela Polícia Federal para identificar agressores. 
Ao desistir de tomar posse, deputado do PSOL acusou governo de omissão ao apurar ameaças. 

O caso:

Na última quinta (24), Wyllys informou que não tomará posse para o novo mandato, que se inicia em fevereiro deste ano. Segundo ele, a decisão foi tomada após ser alvo de constantes ameaças de morte e de conteúdo falso na internet.
O deputado do PSOL também disse que desde março do ano passado o governo brasileiro foi omisso com relação a essas ameaças e ignorou um relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos, que reconheceu que ele estava sob "risco iminente de morte".

Nota do MJSP sobre ameaças ao deputado federal Jean Wyllys:

Brasília, 26/01/2019 - Ao longo de 2017 e 2018, foram instaurados diversos inquéritos pela Policia Federal para apurar ofensas e ameaças contra o deputado federal Jean Wyllys. 

As investigações estão em andamento, mas já foi possível identificar um dos autores, Marcelo Valle Silveira Mello, preso em 2018, membro do grupo autointitulado "Homens Sanctos", e que se servia da identidade de Emerson Setim para fazer ameaças ao deputado.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública repudia a conduta dos que se servem do anonimato da internet para covardemente ameaçar qualquer pessoa e em especial por preconceitos odiosos.

Lamenta-se a decisão do deputado de deixar o pais, mas não corresponde à realidade a afirmação de que há omissão das autoridades constituídas.