Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

O que são nuvens iridescentes?


São nuvens que sofreram o processo de iridescência, normalmente são observadas associadas a nuvens altocumulus, cirrocumulus, cirrus e nuvens lenticulares.


Nuvem iridescente - É um tipo de difração, causada por nuvens formadas por gotículas de água de dimensões quase iguais, iluminadas em direção, oblíqua, compondo assim as cores do arco-íris comum (cada cor é difratada em ângulos distintos).

Difração é um fenômeno comum da luz, considerando que a mesma é composta por ondas. 
Em 1803, o físico Young realizou uma experiência demonstrando que a luz possuía natureza ondulatória. Ele a fez passar por uma abertura estreita e constatou que, num anteparo instalado do outro lado, não surgia simplesmente uma linha nítida, mas sim um conjunto de faixas luminosas de diferentes intensidades. Isso explica a nuvem iridescente.

A irisdescência ocorre cotidianamente em poças de óleo ou até vitrais reproduzem halos.



A Teoria da Conspiração prevê ainda que esses fenômenos são causados pelo projeto HAARP, que utiliza tecnologia de ondas de rádio muito potentes concentradas num raio que aquecem zonas da ionosfera. Ao serem refletidas de volta à superfície terrestre penetrariam em tudo (seres vivos ou não). De acordo com os adeptos da teoria, seria uma forma de poder se controlar o clima, promovendo até mesmo a formação ou intensificação de frentes frias ou furacões com a finalidade principal de controle militar de outros países.
- Não é nisso que creio.











Nuvens iridescentes, halos e coronas são fenômenos que a gente não vê todos os dias, mas também não são extremamente raros.
Nossas mudanças de hábitos e por passarmos mais tempo em ambientes fechados estamos perdendo o contato com a natureza e com essas observações.
Look Up!


Fontes: meteoropole/apolo11.com/ Rodolfo Bonafim/


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