ATENÇÃO! Cinzas do Vulcão Ubinas sobre SP, PR e RJ!

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Vulcão Ubinas, no Peru, registra maior explosão em 300 anos. Texto de Everton S. Gonçalves  Pluma de cinzas vulcânicas chegam sobre o centro sul do Brasil nessa manhã de sábado, originada da erupção do vulcão Ubinas no Peru.



Mais cedo estavam concentradas sobre PR e SP. Agora estão concentradas entre SP e RJ, avançando para o mar.  Como estão em altitudes bem elevadas, vai ser pouco sentido pela população. 
No máximo, o céu vai ficar cinzento durante o dia e o pôr do sol pode ser diferenciado, na luminosidade e cores, principalmente mais avermelhado e rosado.
Em 2015 as cinzas do Vulcão Cabulco, no Chile, chegaram ao Sudeste do Brasil. As imagens abaixo mostram o efeito óptico atmosférico causados pelas cinzas ao Pôr do Sol.



Mas vale destacar que cinzas vulcânicas são um grande risco para a aviação. Queromos acreditar que nossas autoridades estejam monitorando essa situação.




Com informações de Everton S. Gonçalves 
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Astrônoma descobre a mais antiga e fria anã branca com múltiplos anéis de poeira.


Nesta ilustração, um asteróide (parte inferior esquerda) se rompe sob a poderosa gravidade do LSPM J0207 + 3331, a anã branca mais antiga e fria conhecida por estar cercada por um anel de detritos empoeirados. Os cientistas acreditam que o sinal infravermelho do sistema é melhor explicado por dois anéis distintos compostos de poeira fornecida por asteróides em ruínas.
Crédito: Goddard Space Flight Center da NASA / Scott Wiessinger

Um cientista que trabalha com o projeto Backyard Worlds: Planet 9, liderado pela NASA, Melina Thévenot, encontrou a anã branca mais antiga e mais fria conhecida, uma remanescente do tamanho da Terra, de uma estrela parecida com o Sol, que morreu e está cercada por poeira e detritos.
Os astrônomos suspeitam que esta possa ser a primeira anã branca conhecida com múltiplos anéis de poeira.

A estrela, LSPM J0207 + 3331 ou J0207, está localizada a cerca de 145 anos-luz de distância, na constelação de Capricornus. 
As anãs brancas esfriam lentamente à medida que envelhecem, e os cálculos mostram que o J0207 tem cerca de 3 bilhões de anos, com base em uma temperatura de pouco mais de 10.800 graus Fahrenheit (5.800 graus Celsius). 

Os cientistas que trabalham no Backyard Worlds: Planet 9 examinam os “flipbooks” de imagens do Wide-field Infrared Survey Explorer da NASA. Esta animação mostra um flipbook contendo a anã branca LSPM J0207 + 3331 com anel circular.
Crédito: Backyard Worlds: Planet 9 / Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA

Um forte sinal infravermelho captado pela missão Wide-field Infrared Survey Explorer da NASA - que mapeou todo o céu em luz infravermelha - sugeriu a presença de poeira, fazendo de J0207 a anã branca mais antiga e mais fria com poeira ainda conhecida. Anteriormente, discos de poeira e anéis só foram observados ao redor de anãs brancas com cerca de um terço da idade de J0207.

A poeira nos discos e anéis em torno de anãs brancas é fornecida pela quebra de asteroides pela poderosa gravidade das estrelas. 

No caso de J0207, o anel pode ser até mesmo vários anéis, um anel fino no ponto em que as marés da estrela quebram os asteroides e um anel mais largo mais próximo da anã branca. Acompanhamento de futuras missões como o Telescópio Espacial James Webb, da Nasa, pode ajudar os astrônomos a separar partes constituintes do anel.

Os cientistas que trabalham no Backyard Worlds: Planet 9 examinam os “flipbooks” de imagens do Wide-field Infrared Survey Explorer da NASA. Esta animação aumenta o zoom na anã branca LSPM J0207 + 3331 (destacada).
Crédito: Backyard Worlds: Planet 9 / Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA