Após Idai e Kenneth, LORNA se forma. Mais um ciclone tropical no Oceano Índico Sul, o terceiro em 2 meses.

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O satélite Suomi NPP da NASA-NOAA passou sobre o Oceano Índico Sul e capturou uma imagem visível do Ciclone Tropical Lorna bem organizado. O satélite Suomi NPP sobrevoou a cidade de Lorna em 25 de abril às 16h30 (horário de Brasília) e o instrumento VIVI (Visible Infrared Imaging Radiometer Suite) forneceu uma imagem visível da tempestade. A imagem do VIIRS mostrou uma tempestade mais circular, indicando que a tempestade estava se consolidando e se fortalecendo. Dados de microondas revelaram uma característica do olho.

Às 11h00 (horário de Brasília) do dia 25 de abril, o Ciclone Tropical Lorna estava centrado perto de 10,8 graus de latitude sul e 85,9 graus de longitude leste, cerca de 824 milhas a leste-sudeste de Diego Garcia. Lorna estava se movendo para o leste-sudeste e tinha ventos máximos de 50 nós (57 mph / 92 kph).

Lorna não é uma ameaça para as áreas de terra. Espera-se que Lorna se desloque para o sudeste enquanto se fortalece a 75 nós (139 km / h) atingindo a…

Castanha do povo indígena Rikbaktsa recebe selo de certificação


Medida assegura a qualidade e procedência do alimento, aumentando o valor agregado ao produto.

Estimativa da Funai é que arrecadação com a safra chegue a R$ 180 mil.
Foto: José Medeiros/Pacto das Águas

A castanha do Brasil produzida pelo povo Rikbaktsa do Mato Grosso recebeu o Selo Nacional da Agricultura Familiar Indígena (Senaf Indígena), emitido pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead). Com a autenticação, aumenta o valor agregado do produto, beneficiando a comunidade indígena. Após a certificação, os consumidores têm a certeza de comprar um produto de qualidade e de origem reconhecida.


Para fazer com que a castanha deixe a aldeia e chegue aos compradores, a Fundação Nacional do Índio (Funai) é responsável pela logística de transporte da mercadoria. A ideia é evitar que atravessadores dificultem o comércio.


Recursos
Estimativa da Sead aponta para um aumento de 30% no preço da castanha com a certificação. Parte dos recursos arrecadados com a venda é revertida em benefício da comunidade, que já faz planos para o futuro da produção. Os Rikbaktsa pretendem construir ainda um barracão para estocar as castanhas e construir uma pequena indústria.

Fonte: Funai