ATENÇÃO! Cinzas do Vulcão Ubinas sobre SP, PR e RJ!

MAIS NOTÍCIAS

Vulcão Ubinas, no Peru, registra maior explosão em 300 anos. Texto de Everton S. Gonçalves  Pluma de cinzas vulcânicas chegam sobre o centro sul do Brasil nessa manhã de sábado, originada da erupção do vulcão Ubinas no Peru.



Mais cedo estavam concentradas sobre PR e SP. Agora estão concentradas entre SP e RJ, avançando para o mar.  Como estão em altitudes bem elevadas, vai ser pouco sentido pela população. 
No máximo, o céu vai ficar cinzento durante o dia e o pôr do sol pode ser diferenciado, na luminosidade e cores, principalmente mais avermelhado e rosado.
Em 2015 as cinzas do Vulcão Cabulco, no Chile, chegaram ao Sudeste do Brasil. As imagens abaixo mostram o efeito óptico atmosférico causados pelas cinzas ao Pôr do Sol.



Mas vale destacar que cinzas vulcânicas são um grande risco para a aviação. Queromos acreditar que nossas autoridades estejam monitorando essa situação.




Com informações de Everton S. Gonçalves 
Em atualização...
Fique ligado! Acompanhe nosso SITE! Monitore…

Castanha do povo indígena Rikbaktsa recebe selo de certificação


Medida assegura a qualidade e procedência do alimento, aumentando o valor agregado ao produto.

Estimativa da Funai é que arrecadação com a safra chegue a R$ 180 mil.
Foto: José Medeiros/Pacto das Águas

A castanha do Brasil produzida pelo povo Rikbaktsa do Mato Grosso recebeu o Selo Nacional da Agricultura Familiar Indígena (Senaf Indígena), emitido pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead). Com a autenticação, aumenta o valor agregado do produto, beneficiando a comunidade indígena. Após a certificação, os consumidores têm a certeza de comprar um produto de qualidade e de origem reconhecida.


Para fazer com que a castanha deixe a aldeia e chegue aos compradores, a Fundação Nacional do Índio (Funai) é responsável pela logística de transporte da mercadoria. A ideia é evitar que atravessadores dificultem o comércio.


Recursos
Estimativa da Sead aponta para um aumento de 30% no preço da castanha com a certificação. Parte dos recursos arrecadados com a venda é revertida em benefício da comunidade, que já faz planos para o futuro da produção. Os Rikbaktsa pretendem construir ainda um barracão para estocar as castanhas e construir uma pequena indústria.

Fonte: Funai