Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

Cotistas pretos e pardos reprovados em avaliação racial na UFPE protestam e pedem reavaliações.


Um grupo de estudantes protestaram em frente à reitoria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Zona Oeste do Recife,  contra as reprovações realizadas pela comissão de Autodeclaração Racial da instituição. 
Ao todo, dos 2,4 mil candidatos aprovados nas cotas étnico-raciais, 280 foram reprovados.

Foto: Júlio Gomes

De acordo com a UFPE, os estudantes das costas raciais foram avaliados por 11 comissões formadas por meio de edital público e integradas por professores, alunos, técnicos e membros da sociedade civil.
Confira o documento que detalha como funciona a comissão clicando aqui.

Um dos estudante disse que na instituição, preencheu uma ficha com seus dados pessoais e detalhando qual tipo de autodeclaração ele fazia (preto ou pardo) e aguardou para ser chamado. 
“Quando me chamaram eu entreguei o formulário e me pediram para assinar. Tinha uma câmera de celular me filmando."

Um outro estudante, que passou no curso de física e recorreu da decisão, se disse indignado com a situação. “Eu fiz o Enem, tive uma nota boa, fui aprovado no Sisu em primeiro lugar no meu curso, na cota para a qual eu sentia que pertencia porque sou pardo."

"Saí da avaliação convicta porque sei o que sou, mas a universidade não me viu da mesma forma. Sou pobre, sobrevivo com um salário mínimo e esse é o meu sonho. Só queremos ser avaliados dignamente", disse uma estudante.

(Foto: Marcos Ermínio - UFMS)

Resposta da Universidade
"O critério utilizado para avaliar os estudantes é de características fenotípicas, ou seja, da cor da pele e da influência do meio ambiente no candidato.

Os estudantes que entraram com recursos serão reavaliados. 
Na próxima avaliação, os candidatos devem passar pelo mesmo procedimento adotado na primeira, mas por uma comissão diferente. É importante dizer que a universidade busca garantir os direitos de quem tem os direitos."

Os 188 candidatos que recorreram devem ser reavaliados nos dias 21 e 22 de fevereiro, no Corpo Discente do Campus Recife da universidade, Zona Oeste do Recife. De acordo com a UFPE, as reavaliações são feitas das 8h ao meio-dia e das 14h às 17h.

O resultado do processo tem previsão para sair no dia 25 de fevereiro, quando os estudantes que tiverem os recursos deferidos são automaticamente matriculados.

Fonte: RádioCulturadoNordeste


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