Vulcão Popocatépetl, considerado um dos 10 mais perigosos do mundo, aumentou suas atividades eruptivas nas últimas horas.

O vulcão Popocatépetl aumentou sua atividade eruptiva nas últimas horas e lançou material incandescente. 

As autoridades de Proteção Civil pediram à população que não se aproximasse da cratera, informou hoje o Centro Nacional de Prevenção de Desastres (Cenapred) do México.
O vulcão Popocatépetl, de acordo com seu último relatório, o Cenapred alertou para o perigo envolvido na queda de fragmentos balísticos e a emissão de cinzas é esperada nos estados centrais do México.

A agência manterá o monitoramento contínuo da atividade do Popocatepetl, considerado um dos 10 mais perigosos do mundo, pois 25 milhões de pessoas vivem a menos de 100 quilômetros da cratera. Da mesma forma, ele indicou que nas últimas horas, o vulcão Popocatépetl emitiu 140 exalações e uma coluna de erupção de dois quilômetros que está se dispersando em direção ao sudoeste do vulcão foi registrada.
Ya con sensor infrarrojo.

No es que este tipo de actividad solo pase de noche, de día la incandescencia simplemente no se…

Eletroconvulsoterapia (Eletrochoque), não é como o de antigamente. Saiba que mudou no tratamento aprovado para o SUS e as mentiras e verdades que você precisa saber!


O Ministério da Saúde publicou nesta semana um documento que dá sinal verde para a compra de aparelhos de eletroconvulsoterapia (eletrochoques) para o Sistema Único de Saúde (SUS).
O que mudou do eletrochoque de antigamente para o de hoje? Mentiras e verdades que você precisa saber!

Veículos midiáticos e diversas pessoas se manifestaram contra a decisão, afirmando que se trata de um retrocesso autoritário na área da saúde, visto que o procedimento foi ligado à tortura no século XX. Contudo, é fundamental entender que o eletrochoque de antigamente não se trata do mesmo de hoje.

O que mudou do eletrochoque de antigamente para o de hoje?

Eletroconvulsoterapia (ECT) é um tratamento reconhecido e autorizado pelo Conselho Federal de Medicina e a America Psychiatric Association e que tem alto índice de eficácia e segurança, embora seja mal vista devido a suas semelhanças com o arcaico eletrochoque.

Por exemplo, o próprio nome “eletrochoque” é incorretamente empregue, visto que o tratamento age pelo estímulo a crises convulsivas e não por meio de choques.

São justamente as convulsões que geram um mecanismo anticonvulsivo que altera a química cerebral de forma semelhante aos antidepressivos, sendo capaz de aliviar diversos transtornos como depressão profunda, bipolaridade, esquizofrenia e epilepsia.


Confira o que muda do eletrochoque para a eletroconvulsoterapia:
Paciente só faz se quiser
Não estamos falando de um tratamento que o paciente é obrigado a fazer de forma compulsória, mas sim eletiva. Ou seja, a pessoa só se submete à eletroconvulsoterapia se quiser e tiver indicação expressa para tal.

Tratamento seguro
A eletroconvulsoterapia é segura, pois ocorre em ambiente hospitalar com o paciente com monitoramentos cerebral e cardíaco.
Essas aplicações são realizadas por médicos e, a cada sessão, é avaliada a evolução do quadro.

Não é doloroso
Antes do procedimento, o paciente recebe relaxante muscular e sedação, o que anula a possibilidade de sentir quaisquer desconfortos ou dores .

Efeitos colaterais amenos
Quando ocorre, o principal efeito colateral é a perda de memória temporária, que dura pouco tempo.
Também de maneira pouco comum, podem surgir náusea e dor de cabeça.
Vale lembrar que pessoas que tenham problemas cardiovasculares não devem se submeter à eletroconvulsoterapia.

Convulsões apenas cerebrais
As convulsões geradas ocorrem somente no cérebro, sendo percebidas por aparelhos de monitoramento neurológico. Ou seja, o paciente permanece imóvel e relaxado, sem se debater como ocorria no eletrochoque.

Eficaz
A eficácia da eletroconvulsoterapia pode chegar a 90%. Muitos estudos, inclusive, mostram uma superioridade em relação a tratamentos com medicamentos, que apresentam eficácia entre 60 e 70%.
O tratamento ainda apresenta resposta rápida. Geralmente após oito sessões.

Para quem é indicado?
O procedimento é encarado como última opção, ou seja, só indicado para pacientes que já tentaram outros métodos, como psicoterapia e medicamentos, mas não obtiveram sucesso.




Conteúdo: AtivoSaude


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