Após Idai e Kenneth, LORNA se forma. Mais um ciclone tropical no Oceano Índico Sul, o terceiro em 2 meses.

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O satélite Suomi NPP da NASA-NOAA passou sobre o Oceano Índico Sul e capturou uma imagem visível do Ciclone Tropical Lorna bem organizado. O satélite Suomi NPP sobrevoou a cidade de Lorna em 25 de abril às 16h30 (horário de Brasília) e o instrumento VIVI (Visible Infrared Imaging Radiometer Suite) forneceu uma imagem visível da tempestade. A imagem do VIIRS mostrou uma tempestade mais circular, indicando que a tempestade estava se consolidando e se fortalecendo. Dados de microondas revelaram uma característica do olho.

Às 11h00 (horário de Brasília) do dia 25 de abril, o Ciclone Tropical Lorna estava centrado perto de 10,8 graus de latitude sul e 85,9 graus de longitude leste, cerca de 824 milhas a leste-sudeste de Diego Garcia. Lorna estava se movendo para o leste-sudeste e tinha ventos máximos de 50 nós (57 mph / 92 kph).

Lorna não é uma ameaça para as áreas de terra. Espera-se que Lorna se desloque para o sudeste enquanto se fortalece a 75 nós (139 km / h) atingindo a…

Eletroconvulsoterapia (Eletrochoque), não é como o de antigamente. Saiba que mudou no tratamento aprovado para o SUS e as mentiras e verdades que você precisa saber!

                  
 Foto Dreamstime
Não importa o que o novo governo faça, a mídia está empenhada em distorcer os fatos e informar ao público apenas o lado ruim das questões. Isso confunde os leigos e traz impasses desnecessários. 
Atualmente este procedimento é chamado de “eletroconvulsoterapia” e, se bem aplicado, pode salvar vidas. Porém a mídia, amparada por formadores de opinião leigos, levanta a voz contra este “retrocesso” (noticiasdalou).
O Ministério da Saúde publicou nesta semana um documento que dá sinal verde para a compra de aparelhos de eletroconvulsoterapia (eletrochoques) para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O que mudou do eletrochoque de antigamente para o de hoje?
Eletroconvulsoterapia (ECT) é um tratamento reconhecido e autorizado pelo Conselho Federal de Medicina e a America Psychiatric Association e que tem alto índice de eficácia e segurança, embora seja mal vista devido a suas semelhanças com o arcaico eletrochoque.

São justamente as convulsões que geram um mecanismo anticonvulsivo que altera a química cerebral de forma semelhante aos antidepressivos, sendo capaz de aliviar diversos transtornos como depressão profunda, bipolaridade, esquizofrenia e epilepsia.

Confira o que muda do eletrochoque para a eletroconvulsoterapia:
Paciente só faz se quiser
Não estamos falando de um tratamento que o paciente é obrigado a fazer de forma compulsória, mas sim eletiva. Ou seja, a pessoa só se submete à eletroconvulsoterapia se quiser e tiver indicação expressa para tal.

Tratamento seguro 
A eletroconvulsoterapia é segura, pois ocorre em ambiente hospitalar com o paciente com monitoramentos cerebral e cardíaco.
Essas aplicações são realizadas por médicos e, a cada sessão, é avaliada a evolução do quadro.

Não é doloroso 
Antes do procedimento, o paciente recebe relaxante muscular e sedação, o que anula a possibilidade de sentir quaisquer desconfortos ou dores .

Efeitos colaterais amenos 
Quando ocorre, o principal efeito colateral é a perda de memória temporária, que dura pouco tempo.
Também de maneira pouco comum, podem surgir náusea e dor de cabeça.
Vale lembrar que pessoas que tenham problemas cardiovasculares não devem se submeter à eletroconvulsoterapia.

Convulsões apenas cerebrais
As convulsões geradas ocorrem somente no cérebro, sendo percebidas por aparelhos de monitoramento neurológico. Ou seja, o paciente permanece imóvel e relaxado, sem se debater como ocorria no eletrochoque.

Eficaz
A eficácia da eletroconvulsoterapia pode chegar a 90%. Muitos estudos, inclusive, mostram uma superioridade em relação a tratamentos com medicamentos, que apresentam eficácia entre 60 e 70%.
O tratamento ainda apresenta resposta rápida. Geralmente após oito sessões.

Para quem é indicado?
O procedimento é encarado como última opção, ou seja, só indicado para pacientes que já tentaram outros métodos, como psicoterapia e medicamentos, mas não obtiveram sucesso.





Conteúdo: AtivoSaude