Detectores celestes de monóxido de carbono podem alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.

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Para alguns mundos distantes, o monóxido de carbono pode realmente ser compatível com uma biosfera microbiana robusta.


Astrônomos assumiram que um acúmulo de monóxido de carbono na atmosfera de um planeta seria um sinal claro de falta de vida. Agora, uma equipe de pesquisadores liderada pela UC Riverside está argumentando o contrário: os detectores celestes de monóxido de carbono podem realmente nos alertar para um mundo distante repleto de formas de vida simples.
"Com o lançamento do Telescópio Espacial James Webb daqui a dois anos, os astrônomos poderão analisar as atmosferas de alguns exoplanetas rochosos", disse Edward Schwieterman, principal autor do estudo e membro do Programa de Pós-Doutorado da NASA no Departamento de Ciências da Terra da UCR. "Seria uma pena ignorar um mundo habitado porque não consideramos todas as possibilidades."
Em um estudo publicado no The Astrophysical Journal, a equipe de Schwieterman usou modelos computacionais de qu…

Excesso de metais foram detectados em quatro bombeiros de Brumadinho


Bombeiros (de branco) dão banho em colegas que estiveram em contato com a lama
Imagem: Corpo de Bombeiros de MG/Divulgação

Nota de esclarecimento, divulgada nesta terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Desde o rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão em Brumadinho/MG não foram medidos esforços no sentido de viabilizar o conjunto de ações de saúde necessárias para garantir o cuidado da população e dos profissionais envolvidos na busca e resgate das vítimas. 

Foram analisadas amostras da lama de rejeitos, que detectaram metais que já haviam sido identificados na água do Rio Paraopeba (Nota de Esclarecimento 9 - Barragem B1).

Considerando a atividade de busca e salvamento vem sendo aplicado o protocolo de monitoramento da saúde em todos os profissionais, por meio da dosagem de metais no sangue e urina. Até o momento foram detectados três exames alterados para o parâmetro alumínio no sangue. E um exame apontou presença de cobre.

Cabe esclarecer que a alteração nesses parâmetros não significa intoxicação aguda por esses metais e essas pessoas permanecem assintomáticas. E seguindo o protocolo de monitoramento de sua saúde. É esperado que após a interrupção da exposição, os níveis destes metais no organismo sejam normalizados.

 Fonte: Agencia Minas - Governo de Minas Gerais

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