ATENÇÃO! Cinzas do Vulcão Ubinas sobre SP, PR e RJ!

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Vulcão Ubinas, no Peru, registra maior explosão em 300 anos. Texto de Everton S. Gonçalves  Pluma de cinzas vulcânicas chegam sobre o centro sul do Brasil nessa manhã de sábado, originada da erupção do vulcão Ubinas no Peru.



Mais cedo estavam concentradas sobre PR e SP. Agora estão concentradas entre SP e RJ, avançando para o mar.  Como estão em altitudes bem elevadas, vai ser pouco sentido pela população. 
No máximo, o céu vai ficar cinzento durante o dia e o pôr do sol pode ser diferenciado, na luminosidade e cores, principalmente mais avermelhado e rosado.
Em 2015 as cinzas do Vulcão Cabulco, no Chile, chegaram ao Sudeste do Brasil. As imagens abaixo mostram o efeito óptico atmosférico causados pelas cinzas ao Pôr do Sol.



Mas vale destacar que cinzas vulcânicas são um grande risco para a aviação. Queromos acreditar que nossas autoridades estejam monitorando essa situação.




Com informações de Everton S. Gonçalves 
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Helicóptero irá agilizar atendimento médico a índios no Amazonas e no Pará.


Aeronave será utilizada no apoio a serviços de saúde e hospitalar dos povos que vivem na região.
Os deslocamentos levam até dois dias e com helicóptero cai para 10 horas. Há locais em que são 15 horas de lancha e com helicóptero são 28 minutos. 
Equipamento similar ao da imagem auxiliará os serviços de assistência a cerca de 17 mil indígenas - Foto: Ministério da Saúde


Os povos indígenas que fazem parte do Distrito de Saúde Especial Indígena (DSEI) de Parintins receberam um importante reforço na estrutura de atendimento médico e hospitalar. No último mês, as comunidades que vivem na região passaram a contar com o apoio de um helicóptero, que facilitará a oferta de serviços de saúde aos integrantes das terras indígenas Andirá/Maraú, Nhamadú/Mapuera e Kaxuyana/Tunayna.

Além de Parintins, o DSEI é composto por outros seis municípios localizados no Amazonas e no Pará. Cerca de 17 mil indígenas vivem no local, que ocupa uma área de mais de 4 milhões de hectares – similar à extensão territorial do estado do Rio de Janeiro, por exemplo.

A aeronave tem capacidade para transportar até seis passageiros e será utilizada no apoio a uma série de atividades voltadas à promoção da saúde indígena, como ações de imunização, entrada e saída das equipes multidisciplinares de saúde indígena, transporte de medicamentos, equipamentos e insumos, acompanhamento de obras e remoção de pacientes para consultas, entre outras iniciativas.

Em alguns casos, informou, esses deslocamentos levam até dois dias. "Com o helicóptero, cai para 10 horas. Tem vezes, em que são 15 horas de lancha, que você faz em 28 minutos, de helicóptero", explicou. Indagado sobre as doenças que mais acometem a população que atende, Souza disse que há muita procura pelo tratamento de tuberculose e que, entre as urgências mais comuns, estão as referentes a picadas de cobra.

"Ainda temos um número elevado de tuberculose, em razão da qualidade da alimentação da população indígena, que a deixa mais vulnerável. Nesse período, em que o Rio Amazonas vai enchendo, temos uma elevada taxa de acidentes ofídicos, porque as cobras acabam subindo para as comunidades. Todos os anos, isso ocorre e a gente já prepara, antes, doses de soro antiofídico. Temos muitas emergências por causa disso e o helicóptero dará maior agilidade aos salvamentos".

Algumas doenças apresentam, de fato, maior incidência entre os índios, na comparação com a parcela não indígena da população brasileira. Como constata o 1º Inquérito Nacional sobre Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas, que tabulou dados de 2008 e 2009, a desnutrição afeta 25,7% das crianças indígenas, enquanto a média entre não indígenas é 7,1%.Com a anemia ocorre o mesmo. A condição afeta mais da metade (51,2%) das crianças indígenas, mais do que o dobro da taxa observada entre não indígenas (20,9%).

Quando se fala em mulheres indígenas adultas, a anemia também se faz presente. No total, conforme o levantamento, naquele período 33% apresentavam sintomas a ela relacionados, ante uma taxa de 29,4% entre adultas não indígenas.