Número de mortos em Moçambique pode ultrapassar 1.000, mais de 15.000 pessoas estão desaparecidas após destruição massiva do Ciclone Tropical "Idai".

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Milhares de pessoas ainda precisam ser resgatadas após um ciclone devastador atingir os países da África Austral. Espera-se que o número de mortos atinja pelo menos 1.000 pessoas, com uma estimativa de 15.000 pessoas ainda desaparecidas. Os sobreviventes estão enfrentando uma crise humanitária, com os sistemas de água e saneamento fortemente danificados pela tempestade.

Milhares de pessoas estão fazendo uma viagem sinistra até à cidade da Beira, em Moçambique, que, embora fortemente danificada, é agora um centro de esforços de salvamento. Alguns caminhavam por estradas esculpidas pelas águas revoltas, enquanto outros eram transportados por pescadores locais. Helicópteros saíram à chuva para mais um dia de esforços para encontrar pessoas agarradas a telhados e árvores. O número confirmado de mortes no Zimbábue, vizinho de Moçambique e Maláui, superou 500 na quinta-feira, com centenas mais temidas em áreas totalmente submersas pelo ciclone Idai. Aqueles que chegam à Beira …

Seu glitter mata toda uma cadeia de vida marinha


Gliter e vaselina no corpo (Foto: Lívia Torres )

Observe no vídeo abaixo o momento em que o plástico entra na cadeia alimentar.
Um cientista filmou o momento em que a microfibra de plástico é ingerida por plâncton, ilustrando como o material está afetando a vida sob as ondas.
As imagens, tiradas pelo Dr. Richard Kirby, mostram uma maneira pela qual os resíduos de plástico podem estar entrando na cadeia alimentar marinha e global.


Microplásticos, como são chamados as minúsculas partículas feitas desse material que, basicamente, não se decompõe. 

No caso dos microplásticos usados na pele durante o carnaval, é comum que sejam feitos de copolímeros de plástico e folículos de alumínio. 

Os microplásticos são do pior tipo possível. Por conta de seu tamanho, é praticamente impossível recolhê-los e, por essa razão, eles somam 85% de todo o plástico encontrado na natureza. 

Nas águas, os plásticos costumam matar peixes, tartarugas e outros seres, que os ingerem confundindo com comida. 
O glitter e a purpurina são ainda mais maléficos: podem ser engolidos desde pelos seres mais diminutos até os do topo da cadeia alimentar.

Além da morte dos animais, há ainda a questão econômica. Com a diminuição da vida aquática, toda a pesca fica prejudicada e, também, todos os povos e comunidades que dependem dela para sobreviver.

Você pode até pensar que as grandes indústrias poluem demais o ambiente e que um pouquinho de glitter não vai fazer esse mal todo. Mas, convenhamos, o glitter e a purpurina são tão necessários assim? Fazer menos que o mínimo para tornar o mundo melhor é realmente fazer muito pouco.

Neste carnaval, divirta-se sem destruir. Cuide dos oceanos e descuide do resto.

Fonte: Pedra