TERREMOTO - Goiás foi atingido por dois terremotos em menos de uma hora.

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O Observatório Sismológico da UnB registrou dois terremotos de magnitudes 3.5 e 3.0 na cidade de em Aruanã, no interior de Goiás. Não houve registro de danos.


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As Galáxias cantam uma canção assustadora no Cosmos...ouça.

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O maior agrupamento de galáxias fica perto do centro da imagem e produz som na faixa de meia-frequência, que pode ser ouvido na metade do vídeo.
Credit: NASA/Hubble/SYSTEM Sounds (Matt Russo, Andrew Santaguida)

O Telescópio Espacial Hubble, da NASA, capturou uma nova visão impressionante dos braços espirais e das estruturas elípticas de milhares de galáxias, todas aninhadas juntas. 
Pesquisadores do programa de divulgação de ciência e arte System Sounds converteram esses dados do Hubble em gravações misteriosas, demonstrando os vários tons musicais que as galáxias cantam, de acordo com um comunicado da NASA.

"Galáxias compactas e algumas estrelas de primeiro plano criam tons breves, enquanto galáxias espirais alongadas produzem notas mais longas que podem alterar o tom", de acordo com a System Sounds.
O aglomerado de galáxias em questão, conhecido como RXC J0142.9 + 4438, contém milhares de galáxias mantidas juntas pela gravidade. Além disso, cada galáxia é o lar de inúmeras estrelas - algumas das quais brilham intensamente no primeiro plano da imagem do Hubble.

O maior agrupamento de galáxias fica perto do centro da imagem e produz som na faixa de meia-frequência, que pode ser ouvido na metade do vídeo.
Por outro lado, objetos capturados perto da parte inferior da imagem produzem notas mais baixas, e aqueles próximos ao topo produzem notas mais altas, de acordo com a declaração.

A foto foi tirada em 13 de agosto de 2018, usando a Advanced Camera for Surveys e Wide Field Camera do Hubble 3 como parte de um programa de observação chamado RELICS (Reionization Lensing Cluster Survey). 
A Relics criou 41 grandes aglomerados de galáxias com o objetivo de encontrar as galáxias mais distantes para o futuro Telescópio Espacial James Webb (JWST) da NASA / ESA / CSA.
Crédito: ESA / Hubble e NASA, RELICS



Fonte: SpaceTelescope/Hubble