ATENÇÃO! Cinzas do Vulcão Ubinas sobre SP, PR e RJ!

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Vulcão Ubinas, no Peru, registra maior explosão em 300 anos. Texto de Everton S. Gonçalves  Pluma de cinzas vulcânicas chegam sobre o centro sul do Brasil nessa manhã de sábado, originada da erupção do vulcão Ubinas no Peru.



Mais cedo estavam concentradas sobre PR e SP. Agora estão concentradas entre SP e RJ, avançando para o mar.  Como estão em altitudes bem elevadas, vai ser pouco sentido pela população. 
No máximo, o céu vai ficar cinzento durante o dia e o pôr do sol pode ser diferenciado, na luminosidade e cores, principalmente mais avermelhado e rosado.
Em 2015 as cinzas do Vulcão Cabulco, no Chile, chegaram ao Sudeste do Brasil. As imagens abaixo mostram o efeito óptico atmosférico causados pelas cinzas ao Pôr do Sol.



Mas vale destacar que cinzas vulcânicas são um grande risco para a aviação. Queromos acreditar que nossas autoridades estejam monitorando essa situação.




Com informações de Everton S. Gonçalves 
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Começa estudo sobre alimentação de crianças de até cinco anos.

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Coleta de dados sobre alimentação começa em março e termina em dezembro. 
Serão levantadas informações como medidas, peso e exames de sangue.

COMO É A ALIMENTAÇÃO DAS CRIANÇAS
A pesquisa possibilitará obter informações detalhadas sobre hábitos alimentares, peso e altura de crianças de até cinco anos. A novidade é a coleta de sangue em participantes com mais de seis meses de vida, que possibilitará dados sobre o crescimento e desenvolvimento, além do mapeamento sanguíneo de 14 micronutrientes, como os minerais zinco e selênio e vitaminas do complexo B.
Também trará informações sobre amamentação, doação de leite humano, consumo de suplementos de vitaminas e minerais, habilidades culinárias, ambiente alimentar e condições sociais da família.
O Ministério da Saúde iniciou nesta segunda-feira (18/3) a coleta de dados sobre alimentação dos brasileiros menores de cinco anos para o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI). Foram selecionados 15 mil domicílios em 123 municípios. 
Pais e responsáveis contribuirão com informações de alimentação sobre aleitamento materno e alimentação infantil, além de dados que vão permitir avaliar o crescimento e deficiências de nutrientes nesse público. A participação é voluntária e os dados são sigilosos.

“Conhecer a situação alimentar e nutricional dessas crianças é fundamental para a elaboração, monitoramento e aperfeiçoamento das políticas públicas e estratégias de promoção da saúde”, afirma a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

A pesquisa sobre alimentação das crianças tem a parceria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sessenta pesquisadores são parceiros deste levantamento que terá início no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul, com um cronograma a cumprir até abril.


Em abril e maio , será a vez das visitas no Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Em maio e junho , serão os estados de Mato Grosso e Paraná. Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima e Tocantins em junho e julho; Goiás e São Paulo em agosto e setembro; Ceará, Maranhão e Piauí de agosto a outubro; Amapá e Pará em setembro e outubro; Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe de setembro a novembro.

Os pesquisadores estarão devidamente identificados com camisas e crachás com o nome e a fotografia, além do logotipo do Ministério da Saúde. Assim que chegar no local, será explicado os procedimentos e entregue um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com detalhes da pesquisa e orientações de como entrar em contato com a coordenação para tirar dúvidas, incluindo a opção gratuita de ligar para o número 0800 808 0990.

PESQUISAS EM SAÚDE
O Ministério da Saúde vem estimulando a realização de pesquisas em saúde para nortear as políticas públicas no país. Em 2018, publicou uma “agenda de prioridades para pesquisas” para otimizar os resultados e o planejamento em saúde, evitar a duplicidade de financiamento das pesquisas, redirecionar os esforços e fortalecer a articulação com as instituições e órgãos parceiros.

A agenda foi elaborada a partir dos principais problemas de pesquisa identificados pelas áreas técnicas e gestores de todas as secretarias do Ministério da Saúde, com o objetivo de subsidiar as decisões sobre financiamento de pesquisas estratégicas para o SUS.

Fonte: Ministério da Saúde