EBOLA - 1.400 pessoas morreram até agora no segundo maior surto da história, mas segundo a OMS, ainda não é uma emergência internacional.

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A epidemia do vírus Ebola na África Ocidental foi o surto mais disseminado da doença na história, matando mais de 11.000 pessoas e se espalhando para dez países, incluindo Libéria, Serra Leoa, Espanha e Estados Unidos.

Em 14 de junho, a Organização Mundial de Saúde divulgou uma declaração que outro surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda é uma emergência de saúde na região, mas não atende aos critérios de uma emergência internacional. A ONU também declarou que o surto ainda não é uma emergência global, mas é "um evento extraordinário" de profunda preocupação.
No entanto, as autoridades estão preocupadas com a disseminação da doença e com o fato de não haver dinheiro suficiente para combatê-la.

"O Comitê está profundamente decepcionado com o fato de a OMS e os países afetados não terem recebido o financiamento e os recursos necessários para este surto", diz a declaração da OMS. "A comunidade internacional deve aumentar o finan…

Defensoria pede que medicamento abortivo volte a ser vendido em farmácias.

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A Defensoria Pública da União realizou uma audiência pública nesta quinta-feira (28), em São Paulo, para pedir que os medicamentos abortivos, à base de misoprostol, voltem a ser comercializados nas farmácias de todo o país.


Segundo o órgão, a proibição feita em 1998 não tem justificativas médicas ou legais e ainda viola o direito à saúde de mulheres que querem interromper gestações em casos já previstos por lei que são: estupro, feto anencéfalo e risco para a vida da mãe.

A proibição da venda de misoprostol em farmácias é inconstitucional. Viola o direito à saúde. Esse tipo de venda precisa ser feito, sob prescrição médica e com retenção da receita nas drogarias”, diz a defensora pública federal Fabiana Severo.
Os medicamentos com este princípio ativo são de uso exclusivo de hospitais que sejam credenciados pelo Ministério da Saúde para a realização de aborto legal.

“Nessa área, o Brasil está muito atrasado. O país não está de acordo com as melhores práticas internacionais para garantir o melhor tratamento possível para quem vai fazer aborto legal”, completa a defensora. 




Além de citar o guia chamado “Medical Management of Abortion”, da Organização Mundial de Saúde, a Defensoria Pública ainda diz que até mesmo os países onde o aborto não é totalmente legal facilitam o acesso ao medicamento abortivo.
Fonte: gospelprime / Imagens: Internet

Vou abrir minha opinião aqui.
Além de incentivarem sexo o promíscuo, e após, o aborto, agora parece que querem que as meninas se matem em casa. 
Esse medicamento pode matá-las com as reações ou com um aborto "não completo", quando o organismo não expulsa o feto, bolsa e resíduos completamente, esses resíduos ficarão apodrecendo dentro do útero...e consequentemente a morte da mãe. 
E lembre-se, as dores são iguais a um parto normal, com contrações para expulsar o feto.