RÚSSIA - Níveis de radiação aumentam 16 vezes após explosão de foguete com 5 mortes.

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A agência nuclear estatal da Rússia, Rosaton, informou que o acidente ocorreu durante teste de um motor em uma plataforma marítima no Mar Branco, provocando a morte de pelo menos cinco cientistas e ferindo três.


A Rússia reconheceu neste sábado, após dois dias de silêncio, que a explosão ocorrida na última quinta-feira em uma base de lançamento de mísseis próxima do Ártico teve um caráter nuclear, com um saldo de cinco mortos.
Observem a onda de choque nos vídeos abaixo:

A explosão assustou as populações locais e fez com que as pessoas corressem às farmácias, nas cidades de Arkhangelsk e Severodvinsk, e esgotassem os estoques de iodo medicinal, usado para diminuir os efeitos da exposição à radiação.

Em comunicado, a agência nuclear russa, Rosatom, anunciou que cinco membros do seu quadro morreram na explosão e outras três pessoas sofreram queimaduras. Autoridades militares não informaram sobre a possível presença de combustível nuclear no acidente, que ocorreu na região d…

Defensoria pede que medicamento abortivo volte a ser vendido em farmácias.

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A Defensoria Pública da União realizou uma audiência pública nesta quinta-feira (28), em São Paulo, para pedir que os medicamentos abortivos, à base de misoprostol, voltem a ser comercializados nas farmácias de todo o país.


Segundo o órgão, a proibição feita em 1998 não tem justificativas médicas ou legais e ainda viola o direito à saúde de mulheres que querem interromper gestações em casos já previstos por lei que são: estupro, feto anencéfalo e risco para a vida da mãe.

A proibição da venda de misoprostol em farmácias é inconstitucional. Viola o direito à saúde. Esse tipo de venda precisa ser feito, sob prescrição médica e com retenção da receita nas drogarias”, diz a defensora pública federal Fabiana Severo.
Os medicamentos com este princípio ativo são de uso exclusivo de hospitais que sejam credenciados pelo Ministério da Saúde para a realização de aborto legal.

“Nessa área, o Brasil está muito atrasado. O país não está de acordo com as melhores práticas internacionais para garantir o melhor tratamento possível para quem vai fazer aborto legal”, completa a defensora. 




Além de citar o guia chamado “Medical Management of Abortion”, da Organização Mundial de Saúde, a Defensoria Pública ainda diz que até mesmo os países onde o aborto não é totalmente legal facilitam o acesso ao medicamento abortivo.
Fonte: gospelprime / Imagens: Internet

Vou abrir minha opinião aqui.
Além de incentivarem sexo o promíscuo, e após, o aborto, agora parece que querem que as meninas se matem em casa. 
Esse medicamento pode matá-las com as reações ou com um aborto "não completo", quando o organismo não expulsa o feto, bolsa e resíduos completamente, esses resíduos ficarão apodrecendo dentro do útero...e consequentemente a morte da mãe. 
E lembre-se, as dores são iguais a um parto normal, com contrações para expulsar o feto.