Bolsonaro visita a CIA - o encontro sinalizou a disposição do governo brasileiro em estreitar laços no combate aos crimes transnacionais.

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O presidente Jair Bolsonaro foi na manhã de ontem (18), à Agência de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) para uma visita de cortesia.
Ele foi recebido pela diretora da agência, Gina Haspel. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, o encontro sinalizou a disposição do governo brasileiro em estreitar laços com a CIA no combate aos crimes transnacionais. “Foi uma visita de cortesia para, a partir daí, estabelecer esse foco de cooperação na área do crime organizado, dos crimes transnacionais e, eventualmente, os acordos na área de inteligência”, disse o porta-voz.  A visita não entrou na agenda oficial e a imprensa não foi avisada.  Rêgo Barros afirmou que a visita foi decidida pelo presidente no avião, rumo a Washington, capital do país. Presidente @jairbolsonaro chega aos EUA para primeira visita oficial ao país. O objetivo é promover uma agenda positiva entre os dois países. Na terça (19), está previsto encontro com o presidente Donald Trum…

Entre 2014 e 2017 as escolas estaduais de SP registraram 2.351 casos de porte de armas e/ou objetos perigosos.

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No fim da noite desta quarta-feira (13), a Secretaria da Educação informou, por meio de nota, que os procedimentos de segurança em todas as 5,3 mil escolas serão revisados e está em estudo um projeto para reforço à segurança nas escolas mais vulneráveis. 

Os dados são do ROE (Registro de Ocorrências Escolares), sistema utilizado pelo Governo do Estado de São Paulo para registrar ocorrências e fatos de segurança nas escolas da rede. 
O sistema também registra ocorrências de bullying, agressões, depredação do patrimônio público e até mesmo abuso sexual.

Os dados apontam que, no ano de 2017, foram registradas 693 armas casos de armas, um aumento de 37% em relação as 505 armas registradas em 2016. Em 2015 foram 555 casos e em 2014, 598.
É como se, a cada 15 horas, uma arma tivesse sido encontrada dentro de uma escola estadual paulista. 

O advogado e especialista em direitos humanos Ariel de Castro Alves defende que, junto com um controle da entrada de alunos e reforço no policiamento, seja necessário um trabalho mais amplo com alunos e professores que inclua "até a necessidade de cada escola ter equipes técnicas com psicólogos e assistentes Sociais. A melhor prevenção é através do diálogo entre estudantes e educadores, para que os jovens alertem quem está indo armado para a escola".


Segundo o secretário, o governo vai discutir uma nova política de segurança para as escolas estaduais de São Paulo, na tentativa de coibir que casos similares se repitam.

A presença dos Anjos da Guarda junto às escolas e no entorno das mesmas garante a sensação de segurança - Foto:
Assessoria de Imprensa GMJ - Foto: GM Guerino


Fonte: R7

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