Número de mortos em Moçambique pode ultrapassar 1.000, mais de 15.000 pessoas estão desaparecidas após destruição massiva do Ciclone Tropical "Idai".

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Milhares de pessoas ainda precisam ser resgatadas após um ciclone devastador atingir os países da África Austral. Espera-se que o número de mortos atinja pelo menos 1.000 pessoas, com uma estimativa de 15.000 pessoas ainda desaparecidas. Os sobreviventes estão enfrentando uma crise humanitária, com os sistemas de água e saneamento fortemente danificados pela tempestade.

Milhares de pessoas estão fazendo uma viagem sinistra até à cidade da Beira, em Moçambique, que, embora fortemente danificada, é agora um centro de esforços de salvamento. Alguns caminhavam por estradas esculpidas pelas águas revoltas, enquanto outros eram transportados por pescadores locais. Helicópteros saíram à chuva para mais um dia de esforços para encontrar pessoas agarradas a telhados e árvores. O número confirmado de mortes no Zimbábue, vizinho de Moçambique e Maláui, superou 500 na quinta-feira, com centenas mais temidas em áreas totalmente submersas pelo ciclone Idai. Aqueles que chegam à Beira …

Juiz que suspendeu investigações sobre os advogados de Adélio, já derrubou várias ações contra Lula.


http://www.idp.edu.br/profile/neviton-guedes/

"Desembargador suspende pela quarta vez interrogatório de Lula na Zelotes"

"O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, derrubou na terça-feira (16) a suspensão das atividades do Instituto Lula..."
https://ptnacamara.org.br/portal/2017/05/17/porque-a-justica-derrubou-a-decisao-que-fechava-instituto-lula/

"O desembargador Néviton Guedes, do TRF-1, relator do recurso que tenta reaver o passaporte de Lula, é um crítico da Lei da Ficha Limpa"

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TRF1 suspende apuração da PF sobre advogado de agressor de Bolsonaro

O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), suspendeu a frente de investigação aberta com a apreensão de materiais no escritório e em outros endereços do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, defensor de Adélio Bispo de Oliveira, o homem que esfaqueou o presidente Jair Bolsonaro, em 6 de setembro, em Juiz de Fora.

Néviton Guedes determinou que todo o material – incluindo livros contábeis, recibos, comprovantes e um aparelho celular – apreendido pela Polícia Federal (PF) seja devolvido à Justiça, que deve resguardá-lo. Também não poderá ser usado no inquérito sobre o caso nenhum dado obtido com a quebra de sigilo do advogado.

O desembargador atendeu a um pedido feito pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em um mandado de segurança. Para a entidade, a operação que resultou nas apreensões e na quebra de sigilo bancário foi nula, uma vez que o advogado de Adélio não é alvo de nenhuma investigação e teve violado seu sigilo funcional.


As buscas e apreensões realizadas pela PF em dezembro foram autorizadas pelo juiz Bruno Souza Sabino, titular da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, onde ocorreu o ataque contra Bolsonaro. Para justificar a medida, o magistrado alegou “evidentes inconsistências” no fato de Adélio ser representado por um renomado advogado, o qual nem ele nem sua família teriam condições de pagar.

Apesar de chamar o ataque a Bolsonaro de “um dos mais sérios crimes já praticados contra a democracia em nosso país”, o desembargador Néviton Guedes argumentou que “não se pode compreender como tais medidas possam ter sido consideradas legítimas”.

Para o desembargador, a decisão que autorizou as apreensões não apontou indícios de qualquer ilícito cometido pelo advogado de Adélio ou de que ele tenha sido pago por alguma organização criminosa.

Fonte: EBC