Após Idai e Kenneth, LORNA se forma. Mais um ciclone tropical no Oceano Índico Sul, o terceiro em 2 meses.

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O satélite Suomi NPP da NASA-NOAA passou sobre o Oceano Índico Sul e capturou uma imagem visível do Ciclone Tropical Lorna bem organizado. O satélite Suomi NPP sobrevoou a cidade de Lorna em 25 de abril às 16h30 (horário de Brasília) e o instrumento VIVI (Visible Infrared Imaging Radiometer Suite) forneceu uma imagem visível da tempestade. A imagem do VIIRS mostrou uma tempestade mais circular, indicando que a tempestade estava se consolidando e se fortalecendo. Dados de microondas revelaram uma característica do olho.

Às 11h00 (horário de Brasília) do dia 25 de abril, o Ciclone Tropical Lorna estava centrado perto de 10,8 graus de latitude sul e 85,9 graus de longitude leste, cerca de 824 milhas a leste-sudeste de Diego Garcia. Lorna estava se movendo para o leste-sudeste e tinha ventos máximos de 50 nós (57 mph / 92 kph).

Lorna não é uma ameaça para as áreas de terra. Espera-se que Lorna se desloque para o sudeste enquanto se fortalece a 75 nós (139 km / h) atingindo a…

MCTIC lança vídeo inédito com imagens do Continente Gelado e inaugura "link" de comunicação na Estação Antártica.

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A Antártica é tão importante para o Brasil quanto a Amazônia e o Programa Antártico Brasileiro - PROANTAR vem realizando substancial pesquisa científica na Antártica há mais de 30 anos nas áreas das Geociências ( geologia, geofísica, glaciologia) entre outras, e para compreender a repercussão dos fenômenos climáticos em âmbito global e especialmente sobre o território e espaços oceânicos brasileiros.

Os ventos que sopram de lá, a maior área selvagem natural que resta na Terra, influenciam o que acontece no tempo por aqui e o excesso ou falta de chuva impacta diretamente nas decisões de milhares de pessoas, na agricultura, economia e outros setores relevantes para o país.


Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por exemplo, já monitoram a composição isotópica das chuvas (como se fosse o DNA da água) que caem na região Sul, parte do Sudeste e Centro-oeste, e atestam de onde vem a umidade. Ou seja, parte das chuvas e temporais são formados pelo acumulo de umidade que chega da região Antártica.

Por tudo isso, além de outros fatores estratégicos para o país, é muito importante ter uma comunicação ágil e capaz de compartilhar, em tempo real, dados, fotos e outras imagens entre os pesquisadores que estão na EACF e os institutos de pesquisa no Brasil.


Veja o um pouco da inauguração da nova base de telecomunicações que aconteceu dia 11-03-19 que marca uma nova fase da pesquisa brasileira e que também vai diminuir a distancia e isolamento dos bravos pesquisadores que passam boa parte dos meses do ano distantes dos familiares.


Parte da história da humanidade está congelada no continente Antártico. Estar ali é muito importante para o Brasil e estar conectado diminui a saudade e as distancias.


Fonte: MCTIC