EBOLA - 1.400 pessoas morreram até agora no segundo maior surto da história, mas segundo a OMS, ainda não é uma emergência internacional.

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A epidemia do vírus Ebola na África Ocidental foi o surto mais disseminado da doença na história, matando mais de 11.000 pessoas e se espalhando para dez países, incluindo Libéria, Serra Leoa, Espanha e Estados Unidos.

Em 14 de junho, a Organização Mundial de Saúde divulgou uma declaração que outro surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda é uma emergência de saúde na região, mas não atende aos critérios de uma emergência internacional. A ONU também declarou que o surto ainda não é uma emergência global, mas é "um evento extraordinário" de profunda preocupação.
No entanto, as autoridades estão preocupadas com a disseminação da doença e com o fato de não haver dinheiro suficiente para combatê-la.

"O Comitê está profundamente decepcionado com o fato de a OMS e os países afetados não terem recebido o financiamento e os recursos necessários para este surto", diz a declaração da OMS. "A comunidade internacional deve aumentar o finan…

"Neste ano não teremos horário de verão", informou o Presidente Bolsonaro.

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Ministro de Minas e Energia afirma que decisão considera dados econômicos e outros fatores como sobrecarga e picos de consumo.

Imagem: Governo do Brasil
O presidente Jair Bolsonaro disse que este ano o Brasil não terá o horário de verão e sinalizou que para o futuro a tendência é que a mudança nos relógios seja eliminada do calendário do País.

"Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão", disse Bolsonaro nesta sexta-feira (05) durante café da manhã com jornalistas.


Esta semana, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, havia informado que a pasta vai finalizar nos próximos dias os estudos sobre o tema. O material será entregue ao presidente Bolsonaro, que decidirá em caráter definitivo pela continuidade ou não do horário de verão no País.

Segundo o ministro, a decisão tem que ser tomada neste momento e não leva em conta apenas dados econômicos, mas outros fatores como sobrecarga e picos de consumo, por exemplo.



Fonte: R7