ATENÇÃO! Cinzas do Vulcão Ubinas sobre SP, PR e RJ!

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Vulcão Ubinas, no Peru, registra maior explosão em 300 anos. Texto de Everton S. Gonçalves  Pluma de cinzas vulcânicas chegam sobre o centro sul do Brasil nessa manhã de sábado, originada da erupção do vulcão Ubinas no Peru.



Mais cedo estavam concentradas sobre PR e SP. Agora estão concentradas entre SP e RJ, avançando para o mar.  Como estão em altitudes bem elevadas, vai ser pouco sentido pela população. 
No máximo, o céu vai ficar cinzento durante o dia e o pôr do sol pode ser diferenciado, na luminosidade e cores, principalmente mais avermelhado e rosado.
Em 2015 as cinzas do Vulcão Cabulco, no Chile, chegaram ao Sudeste do Brasil. As imagens abaixo mostram o efeito óptico atmosférico causados pelas cinzas ao Pôr do Sol.



Mas vale destacar que cinzas vulcânicas são um grande risco para a aviação. Queromos acreditar que nossas autoridades estejam monitorando essa situação.




Com informações de Everton S. Gonçalves 
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PORTO RICO - Dados do Facebook mostram quantas pessoas deixaram o país após o Furacão Maria.

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Fugindo para o continente
Um novo estudo sugere que uma ferramenta do Facebook para os anunciantes poderia fornecer estimativas em tempo real para quantas pessoas estão se movendo por causa de um desastre natural. Isso poderia ajudar os governos a elaborar políticas para ajudar essas pessoas deslocadas.

The Weather Channel

Os dados do Facebook revelaram que, de outubro de 2017 a janeiro de 2018, a população porto-riquenha no continente aumentou cerca de 17%, ou cerca de 185.200 residentes. Isso implicaria uma redução de 5,6% na população que vive no território do Caribe norte-americano.

Quase um terço desses migrantes, ou cerca de 65.400 pessoas, foram para a Flórida, sugerem os dados. A Pensilvânia, Nova York, Connecticut e Massachusetts também receberam cerca de 8 mil a cerca de 15 mil novos migrantes de Porto Rico. Cerca de 19.500 porto-riquenhos parecem ter retornado de janeiro a março de 2018, relatam pesquisadores em 11 de abril em Austin, Texas, na reunião anual da Associação de População da América.


No geral, a estimativa de migração está de acordo com a estimativa oficial de 159.415 porto-riquenhos que se mudaram para o continente um ano após o furacão.

Os cientistas reconhecem que depender de dados de mídia social tem desvantagens, incluindo a incapacidade de controlar amostras de dados. O uso do Facebook é limitado em muitos países e os usuários podem não representar a população em geral.

Também não há maneira de verificar a exatidão dos dados demográficos da empresa, diz Fabrício Benevenuto, cientista da computação da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, que não esteve envolvido nesta pesquisa. "O algoritmo fornecido pelo Facebook não é público, então é uma caixa preta".

O estudo, também publicado online no servidor de pré-impressão SocArXiv, é uma prova de conceito, diz a coautora Monica Alexander, socióloga e estatistica da Universidade de Toronto. "Apesar de todos esses problemas, ainda estamos recebendo um sinal que é mensurável e útil para acompanhar as mudanças [demográficas]", diz ela.

Aumento estimado em imigrantes de Porto Rico para o continente dos Estados Unidos,
Outubro de 2017 a janeiro de 2018


Os dados brutos do Facebook podem ser enganosos, diz Alexander. Algumas das flutuações nas populações migrantes reveladas pelo Ads Manager podem estar ligadas a mudanças no próprio programa. Para corrigir essas flutuações, os pesquisadores criaram um grupo de controle de visitantes de longo prazo para os Estados Unidos que não teria sido afetado pelo furacão. A comparação das tendências dos grupos porto-riquenhos com as tendências do grupo de controle permitiu que a equipe identificasse quais flutuações vinham de falhas programáticas.

“Dados precisos sobre os fluxos migratórios não estão prontamente disponíveis em nenhum ano, por isso precisamos obter proxies”, diz o economista Edwin Meléndez, do Hunter College, em Nova York, que não esteve envolvido na pesquisa. Essas proxies podem ajudar a elucidar as tendências de migração, diz ele, até que as estimativas oficiais venham depois.

sciencenews